ARCHITECTURE UNFROZEN
Exhibition at MIEC, from May the 15th until the 30th of August 2026, in Santo Tirso, Portugal. The exhibition is financed by the Santo Tirso Municipality with the support of DGArtes, RPAC (Rede Portuguesa de Arte Contemporânea) and ID+ Research Institute for Design, Media, and Culture.
Exposiçao no MIEC, de 15 de maio a 30 de agosto de 2026, em Santo Tirso, Portugal. A exposição é financiada pela Câmara Municipal de Santo Tirso com o apoio da DGArtes, RPAC (Rede Portuguesa de Arte Contemporânea) e ID+ Research Institute for Design, Media, and Culture.
Exhibition synopsis || Sinopse da exposição
This exhibition marks the tenth anniversary of Álvaro Siza’s and Eduardo Souto de Moura’s International Museum of Contemporary Sculpture and their rehabilitation of the Municipal Museum Abade Pedrosa.
Our title is adapted from the evocative term ‘architecture defrosted’ that the art historian Hubert Damisch* used to account for the way in which photography alters our relationship to architecture. He was countering the idea that architecture is merely frozen music.Photography introduces time into our relationship with architecture and thereby defrosts or unfreezes architecture.
But a lot of architectural photography can be seen to still freeze architecture in the sense it tends to be rather standardised and merely illustrative. Exhibiting photographs in the buildings that are its very subject prompted us to rethink photography’s format and convention. Black and white and colour inversion opened out new formal and pictorial qualities to photography that in a way corresponded with the remarkably inventive and playful formal qualities inherent in the architecture represented. Our strategy also hopefully helps makes visible new elements of the architecture it responds to and brings us closer to the sensory qualities of its material forms, experienced over time.
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Esta exposição assinala o décimo aniversário do Museu Internacional de Escultura Contemporânea e da reabilitação do Museu Municipal Abade Pedrosa, da autoria de Álvaro Siza e Eduardo Souto de Moura.
O nosso título é uma adaptação do termo evocativo «arquitetura descongelada», que o historiador de arte Hubert Damisch* utilizou para explicar a forma como a fotografia altera a nossa relação com a arquitetura. Ele contestava a ideia de que a arquitetura é apenas música congelada. A fotografia introduz o tempo na nossa relação com a arquitetura e, assim, descongela a arquitetura.
No entanto, pode-se considerar que grande parte da fotografia de arquitetura ainda «congela» a arquitetura, no sentido em que tende a ser bastante padronizada e meramente ilustrativa. Expor fotografias nos próprios edifícios que são o seu tema levou-nos a repensar o formato e as convenções da fotografia. O preto e branco e a inversão de cores abriram novas qualidades formais e pictóricas à fotografia que, de certa forma, correspondiam às qualidades formais notavelmente inventivas e lúdicas inerentes à arquitetura representada. Esperamos que a nossa estratégia também ajude a tornar visíveis novos elementos da arquitetura a que responde e nos aproxime das qualidades sensoriais das suas formas materiais, vividas ao longo do tempo.
*Hubert Damisch, Noah’s Ark: Essays on Architecture, London e Cambridge MA: MIT Press, 2016.
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Durden & Leal